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Documentário SURPLUS – Terrorismo do consumo

6 nov

Parte I

Parte II



Parte III

Parte IV



Parte V

Ficha Técnica

Título Original: Surplus: Terrorized Into Being Consumers (2003)

Título Nacional: A sobra: Aterrorizado Em Ser Consumidores

Gênero: Documentário (Suécia)

Direção: Erik Gandini

Duração: 51 minutos

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Convite: Lançamento de documentário

13 abr

A BAHIA DE EUCLIDES DA CUNHA

direção de Carlos Pronzato

 Onde? Centro Cultural da Câmara Municipal  Praça Municipal, Salvador, Bahia (ao lado do Elevador Lacerda)

Quando? 14 de abril (quarta-feira) às 17 horas

ENTRADA FRANCA

     No dia 14 de abril (quarta feira) às 17 horas no Centro Cultural da Câmara Municipal, Praça Municipal (ao lado do elevador Lacerda) acontece o lançamento do documentário A Bahia de Euclides da Cunha (50 minutos) dirigido por Carlos Pronzato. Entrada Franca.

     A partir de depoimentos de estudiosos da obra de Euclides da Cunha e conduzidos pelo escritor Oleone Coelho Fontes, autor do livro Euclides da Cunha e a Bahia (editora Ponto e Vírgula, 2009) o documentário oferece um panorama dos passos de Euclides da Cunha na Bahia, quando aqui esteve em 1897 durante a Guerra de Canudos, imortalizada no seu livro “Os Sertões”.

 Roteiro, Câmera e Direção: Carlos Pronzato

Edição: Rogério Araújo

Produção Executiva e Entrevistas: Oleone Coelho Fontes

Música: Gereba

Realização: La Mestiza audiovisual

Apoio: Memorial Antonio Conselheiro da UNEB, Canudos-Bahia.

Contatos: La Mestiza audiovisual

pronzato@bol.com.br 

cpronza8@yahoo.com.br

71 3345 1268/9214 4402

ou 71 9988 2020/8877 0629 (Oleone Coelho Fontes)

 Catálogo: http://www.lamestizaaudiovisual.blogspot.com/

Preconceito I

8 fev

No documentário ‘Blue Eyed’ (Português- “Olhos Azuis”), Jane Elliot afirma que teve a idéia de realizar o laboratório que originou o doc, ao ler sobre o que os nazistas fizeram durante o Holocausto. “Hitler pretendia formar uma nação de arianos, pessoas de olhos azuis, loiras e de pele branca que dominariam o mundo. Quem entraria nas câmaras de gás era a cor dos olhos. Decidi depois que Martin Luther King morreu que eu ia fazer como Hitler. Talvez desse certo comigo também. Decidi selecionar um grupo de pessoas, com base em uma característica física. Escolhi a cor dos olhos. Não sabia se realmente havia acontecido. Havia lido, ouvido falar a respeito e havia visto no cinema. Até que li o livro ‘Mengele’ e ‘The Nazi Doctors’ e soube que era verdade. O livro ‘Mengele’ que eu tenho aqui e é um dos livros mais assustadores que eu já li… descreve como ele fazia experimentos… sem anestesia, em pessoas de todas as idades… para tentar mudar a cor dos olhos das pessoas…de castanho para azul. Assim, se encontrasse um judeu de olhos castanhos…mudariam a cor dos seus olhos para encaixá-lo na raça superior. E isso em uma das mais civilizadas sociedades da Terra. Alguns dos maiores filósofos nasceram na Alemanha. Este homem inteligente nos ensinou que pessoas inteligentes e poderosas…podem matar outras pessoas… também inteligentes, mas sem poder… por causa de características físicas que elas não podem controlar ou uma religião diferente da sua. É um pensamento assustador. Já aconteceu novamente e pode acontecer de novo… a não ser que as pessoas leiam essas coisas… e percebam que ele não era um monstro. Era um homem fazendo o que achava certo… e que tinha poder para fazê-lo.(…). ‘The Nazi Doctors’ fala sobre como pessoas inteligentes e educadas foram convencidas a cooperar. É assustador. É realmente assustador. O mais assustador é saber que foi, na verdade… fácil fazê-los cooperar. A intimidação funciona.”

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Documentário: Notícias de uma Guerra Particular

4 jan

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Gênero Documentário
Direção João Moreira Salles e Kátia Lund
Idioma Português
Ano de produção 1999
País de produção Brasil
Duração 56 min.
Distribuição Videofilmes
Região Multizonal
Áudio Dolby Digital 2.0 (Português)
Vídeo Tela Cheia
Cor Colorido

O filme foi encomendado pela TV francesa, sendo realizado em 1998 e 1999. Eleito pela Revista de Cinema como um dos melhores filmes brasileiros contemporâneos “Notícias de uma guerra particular” retrata o violento cotidiano do Rio de Janeiro.

Assista agora mesmo (legendas em inglês)!

Parte 1/6



Parte 2/6



Parte 3/6

Parte 4/6

Parte 5/6

Parte 6/6

 

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Evento discute Segurança Pública

28 nov

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 O seminário foi realizado ontem pelos estudantes do 9º semestre da Faculdade 2 de Julho, no auditório Baker.

Inicialmente o grupo de teatro da FUNDAC-BA apresentou-se. O evento contou com a presença do capitão Júlio Ferreira, diretor do Presídio Salvador e Marília L. Veloso, integrante do Conselho Penitenciário da Bahia. O evento dispôs ainda da presença de Frederico R. Teixeira, que faz parte do corpo discente da faculdade e é coordenador da gerência de medidas sócio-educativas da FUNDAC-BA.

O capitão Júlio abordou as crises em estabelecimentos prisionais, apontando suas causas. Foram expostas as rebeliões de maior repercussão, a saber: Caso Betim- MG (1990), Caso Cepaigo- GO (1996), Caso Carandiru – SP (1992), Caso Urso Branco- RO (2004) e Casa de Custódia de Benfica- RJ (2004). Também foi discorrido sobre a predominância da existência de reféns em presídios, casas de detenção, cadeias públicas e casas de custódia, em relação aos manicômios judiciários. O palestrante tratou também da tipologia dos causadores do evento crítico. Segundo o capitão, muitos criminosos são agraciados pela fama, conferida à eles pela mídia, o que os permitem chegar à prisão como formadores de opinião e futuros líderes destes motins.

Os participantes puderam perceber através de fotos e vídeo as dificuldades e possíveis soluções de negociação encontradas durante as rebeliões.

Em Salvador, a última revolta foi no final de Julho deste ano e não teve vítimas. Aqui, em geral, as desordens são conduzidas por um grupo de presos que se auto-intitulam CP – Comissão da Paz, que em uma via oposta à sua denominação incitam os detentos a rebelarem-se e exigem dos recém-encarcerados o cumprimento de regras informais, criadas por eles.

Em um segundo momento a professora Marília questionou a quem serve à ciência penal e afirmou: “O sistema penal brasileiro atende aos reclames do sistema capitalista de produção, está à serviço das relações de poder e da elite”.

Consoante Marília deve-se buscar na história a razão destas pessoas estarem nessa situação. De acordo com ela, muitas pessoas acabaram expulsas ou ludibriadas pelas falsas promessas da ditadura e assim, foram levadas a viver nos espaços urbanos que encontraram, passando a amontoarem-se nas favelas, sem qualquer oportunidade de vida.

Para ela, a perspectiva do filme “Tropa de Elite” é a da violência pela violência, propagando o extermínio de toda uma gama social que não está lá por livre escolha.São os massacrados por um sistema que visa promover a limpeza e a assepsia social.

Marília alterca: “No filme não se vê polícia ostensiva nas mansões” e arremata: “assim como na vida real”.

A prisão tem um efeito devastador “o encarcerado deixa de ser um ser, para virar um toco, como visto no vídeo apresentado na palestra do Capitão”, declara.

A palestrante indicou o documentário “Notícias de uma guerra particular” de João Moreira Salles, também pesquisador do assunto em tela.

O evento que tinha como sub-tema “Conflitos Sociais” garantiu certificado com 3 horas para efeito de integralização curricular e foi coordenado pelo professor Kléber Leitão.

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