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Livro

16 maio

Muito feliz! Chegou o livro “O Portal” da @Eliane_RayeOs lindos marcadores de página que vieram serão sorteados em breve.

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Qual o seu livro do momento?

3 maio

Em breve disponibilizarei a resenha da obra que estou lendo.

Dados:

Livro: Transformando Suor em Ouro

Autor: Bernardinho

Editora: Sextante

Ei! E você, qual livro está lendo agora?

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Reflexão…

22 abr

Os verdadeiros analfabetos são os que aprenderam a ler e não leem.

Mário Quintana

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Livro: “Quem mexeu no meu queijo?”

12 abr

 

  • Editora: Record
  • Autor: SPENCER JOHNSON

Resumo em vídeo:

Uma parábola na qual dois homens e dois ratinhos vivem em um labirinto à procura de queijo. Trata-se de uma metáfora sobre mudança x atitude. 

Com qual das personagens você mais se parece? Haw, Hem, Sniff  ou Scurry?

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Um produto revolucionário…

23 out

 

Muito bom esse vídeo!

Trata-se de um dispositivo de conhecimento bio-óptico, sem cabos, sem circuitos elétricos, sem necessidade de conexão, compacto, portátil e que não precisa ser recarrregado, já que dispensa o uso de bateria,  podendo ser utilizado o tempo que for necessário. Também não precisa ser reiniciado.

Seu nome comercial é…

Comece a desfrutar de suas enormes vantagens!

Bem-vindo à era que mudará sua maneira de entender o mundo. Bem-vindo à experiência BOOK.

Livro: “A metamorfose”

21 jul

No prefácio da obra “A metamorfose” (KAFKA, Franz. A metamorfose. Tradução de: Modesto Carone. 2ª ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2003. ) Moacyr Scliar nos resume toda a narrativa deixando o leitor a par de tudo o que se passa no texto, contando inclusive, o final do livro – o que me deixou bastante chateada. Assim, fui obrigada a deixá-lo para depois quando a memória já não mais recordava com tanta clareza o fechamento da história.

Moacyr descreve: “O começo da história é surpreendente: ‘Quando certa manhã Gregor Samsa acordou de sonhos intranquilos, encontrou-se em sua cama metamorfoseado num inseto mosntruoso’. […] “Gregor Samsa é um caixeiro-viajante que vive com a família – pais e irmã-, a quem sustenta. Aquela manhã daria início a um dia de trabalho normal, de modo que, aparentemente sem atinar com o ocorrido, ele só se preocupa com detalhes práticos: sair da cama, atender os seus compromissos. Mas não é possível.”  (…)

Aparte toda a brilhante  e célebre novela de Franz Kafka, retirei duas frases que considerei interessantes e sem qualquer  relação com a temática sugerida. p. 16.

 “Era uma criatura do chefe, sem espinha dorsal nem discernimento” ( ao falar do gerente). p. 16.

“Para quem(médicos) só existem pessoas inteiramente sadias mas refratárias ao trabalho”  – (Esta frase lembrou-me nos médicos do INSS que consideram aptas pessoas incapacitadas para o trabalho).

Já que a obra está no portal Domínio Público, disponibilizarei aqui o link para download.

Boa leitura!

Livro: El caballero de la armadura oxidada

16 jul

 “Era uma vez, há muito tempo, numa terra longínqua, um cavaleiro que se considerava muito virtuoso, amável e delicado. Fazia todas as coisas que os cavaleiros virtuosos, amáveis e delicados fazem. Os seus adversários de combate eram criaturas malvadas, vis e desprezíveis”.

Estas são as primeiras linhas da bela e poética narrativa: O CAVALEIRO DA ARMADURA ENFERRUJADA, da autoria de Robert Fisher, editada pela Editorial Presença.

Não podemos dizer que se trata de um romance, uma vez que é uma pequena alegoria, de setenta e uma páginas, que se lê de um fôlego, e pela qual nos sentimos atraídos logo nas  primeiras linhas.

Aquele cavaleiro é a imagem de cada um de nós, que nos sentimos e nos consideramos “virtuosos”, “amáveis”, “delicados”, em contraste com os outros que são “criaturas malvadas, vis e desprezíveis”. E mais adiante o texto explica-nos que “O cavaleiro tinha uma esposa leal e tolerante, Juliet.  Tinha também um filho jovem, de cabelo dourado, Christopher”, mas “Juliet e Christopher viam muito pouco o cavaleiro porque, quando ele não estava a travar batalhas, a matar dragões e a salvar donzelas, estava ocupado a experimentar a sua armadura e a admirar o seu brilho. À medida que o tempo foi passando, o cavaleiro encantou-se tanto com a sua armadura que começou a usála ao jantar e, não raro, para dormir. Ao cabo de algum tempo, não se preocupava em tirá-la de todo. Gradualmente, a família esqueceu-se de como ele era sem a armadura”.

E este cavaleiro medieval, de armadura, no seu egoísmo, no seu individualismo, no desconhecimento que tem dos que vivem ao seu lado, retrata o nosso mundo moderno, disfarçado de sociedade de comunicação, de telemóvel permanentemente em serviço, em que, cada um olha apenas e só o seu umbigo, sem reparar que ao seu lado há todo um mundo que merece e precisa de atenção.

A história vai nos envolvendo cada vez mais e a luta daquele cavaleiro passa a ser a nossa. Vivemos o seu “Dilema”, queremos como ele encontrar “O caminho da verdade”, entramos com ele n´ “O castelo do silêncio”, vamo-nos descobrindo n´ “O castelo do conhecimento” e concluímos que para viver bem a vida precisamos de passar pel´ “O castelo da determinação e da coragem”. Seremos capazes de, com ele, atingir “O cume da verdade”?

As linhas finais, tal como as primeiras, são extraordinariamente poéticas: …“uma luz nova, e radiante, emanava agora do seu ser e uma luz muito mais brilhante e mais bela do que a da sua armadura polida, uma vez resplandecente, como um ribeiro, cintilante como a Lua, ofuscante como o Sol.

Pois, em verdade, o cavaleiro era o ribeiro. Ele era a Lua. Ele era o Sol. Podia agora ser todas essas coisas ao mesmo tempo, e mais ainda, porque estava em uníssono com o universo. Ele era amor.” O pouco tempo que se gasta na leitura desta obra, não é, seguramente, tempo perdido.

 L.B.

Fonte: Site Biblioteca Escolar

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É possível fazer o d0wnload do livro no idioma original (Castellano) em um link do Scribd.  Clique aqui.